Este blog é construído por um grupo de usuários e contribuidores do projeto KDE no estado do Piauí.  A ideia nasceu durante o Software Freedom Day Teresina 2009 e se concretizou durante o Akademy-Br 2010, realizado em Salvador, onde foi criado oficialmente o KDE-PI. Neste espaço, pretendemos contribuir com a promoção e desenvolvimento do projeto KDE e com a divulgação do software livre de forma geral.

Atualmente o grupo é formado por:

Aracele Torres (ara) – Uma historiadora que estuda e habita o mundo dos informatas. Que acredita no potencial técnico e social do software livre. Que pesquisa sobre as implicações da cibercultura na produção e no consumo do conhecimento. Que usa e ama o KDE. E que procura demonstrar isso traduzindo-o e promovendo-o. Por que ainda não sabe programar. Mas promete aprender e fazer bons códigos.

Francisco Fernandes (Chicão) – Bacharelando em Ciência da Computação pela UFPI. Gosta de desenhar, ler, dormir, programar e da comida da mama. Toca flauta quando os vizinhos deixam e gosta muito de  cartuns.  Usa o KDE como quem  come cuzcuz no café da manha: adora. :)
Programa em Java e Python, sendo noob em C++, com um plano definido de sair desse estado.

Pedro Leonardo (Dom Pedro) – Artista Plástico, Designer Gráfico graduando em Artes Plásticas pela UFPI. Um apaixonado por cinema, fotografia, amigos, chuva, nostalgia. Colabora na parte gráfica do KDE-PI e pesquisa sobre a usabilidade e as melhorias dos programas gráficos do Software Livre. Ama o Piauí, ama a arte e ainda mais sendo associada a um meio aberto para experimentações. É a descoberta real da potencialidade que o meio virtual pode oferecer.

Filipe Saraiva – piauiense de coração, participa de várias atividades relacionadas a cultura livre em geral. Sobre o KDE tem especial interesse nos projetos kdeedu, sobre softwares educativos, e softwares para análises científicas. Já enviou um patch para o KmPlot, mas ainda não se tornou um contribuidor de verdade. Bacharel em ciências da computação, atualmente está cumprindo a sina de muitos nordestinos de morar em São Paulo – e, a exemplo destes retirantes, nutre o desejo de voltar o quanto antes para a terra.